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  • Palestra: Julho 19, 2008

Autor Tópico: Terapia Regressiva  (Lida 6059 vezes)

Offline maria

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Terapia Regressiva
« em: Julho 10, 2008, 09:31:31 am »

Amigos
Para os que estiverem interessados, A Associação Espirita Luz e Amor vai levar a efeito , nas suas instalações em Setúbal dia 19 /07/2008 pelas 21h 30m , uma palestra cujo tema é a "Terapia Regressiva" proferida pelo Professor Victor Rodrigues.

maria

Offline Onurb

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Re: Terapia Regressiva
« Responder #1 em: Julho 20, 2008, 13:56:32 pm »
Olá, ontem conseguir ir ouvir a palestra.

Como sempre o orador começa por abordar o tema de forma subtil atraindo a plateia para aquele comprimento de onda.

Foi dado a conhecer que as pessoas existem e sempre existiram, e que tem memória de todas as vidas passadas, ficou subentendido que muitas pessoas trazem para a encarnação presente traumas ou assuntos por resolver (KARMA). e é ai que entra a Terapia Regressiva.

O irmão Victor deu a conhecer (com alegria e satisfação) as técnicas usadas assim como alguns exemplo de regressões, que resultam no alivio de quem faz a regressão.

Achei engraçado a forma como indicou Ramakrishna, uma das poucas pessoas (se encarnado) capazes de controlar uma regressão à parte de memória mais elevada do EU.

Esclareceram de forma muito rápida e vaga que a memória não está apenas no cérebro e que existe memória em todos os planos e em ultima instância uma memória universal, que pode ser acedida para se consultar o passado desde o principio dos princípios, presente, a memória futura não foi referenciada, tomara nós entendermos o presente olhando para o passado aceitando-o como forma de progresso.

Quero agradecer ao irmão Victor a sua palestra assim como aos restantes irmãos que a tornaram possível.


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Outros factos extra palestra:

- Assim que coloquei os pés dentro do centro fiquei alterado, sensação estranha, senti-me incomodado, será que não eram só encarnados que lá estavam?;
- Fui invadido pelo pensamento "SANGUE SANGUE SANGUE SANGUE SANGUE SANGUE pergunta pelo SANGUE SANGUE !!!" estive para me vir embora!;
- Olhei para a imagem de Jesus e pedi protecção "fazei com que todos os pensamentos adversos a mim sejam afastados e protege-me" levantei o escudo e fiquei; 
- Passei duas horas a brincar com a energia nas mãos, no fim da palestra foi bom caminhar até ao carro e sentir o fresco nas mãos que estavam em brasa;
- Por ultimo, fiquei com a sensação que não se falou de tudo.... e o resto o resto  o resto... essa parte já é natural em mim, quero mais... quero sentir o que ainda não senti, estranho!!!

Abraço a todos

 

   
« Última modificação: Julho 20, 2008, 22:02:13 pm por Onurb »

Offline maria

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Re: Terapia Regressiva
« Responder #2 em: Julho 22, 2008, 16:54:52 pm »
Queridos Amigos

Eu também fui assistir à palestra do Professor Victor Rodrigues.Já tinha uma noção dessa terapia e até andava há vários dias a tentar preparar-me para fazê-lo. Tinha recebido incentivo da psicóloga ( alguns de vocês conhecem e que recentemente tirou o curso de terapia regressiva com os professores Victor Rodrigues, Mário Simões e José Marto ) que precisava de testar as suas capacidades técnicas adquiridas no curso.Pois a palestra encheu-me de coragem e fiz uma regressão!
Correu bem para a psicóloga, pois fui a sua primeira experiência nesta técnica.Que Jesus a Proteja,  e a Ilumine para que possa contribuir com alguma paz e tranquilidade espiritual aos irmãos mais inquietos .

A minha experiência: Nada do que me foi dado vivenciar me tinha alguma vez ocorrido!
O certo é que alguns sentimentos presentes nesta vida estão (estavam) de acordo com esse passado longínquo.
Obtive a resposta que não esperava , não foi agradável mas foi a certa.
Estou tranquila. Por conseguinte não receiem, eu que sou uma medricas consegui! Claro que temos Ajudas!
Confiem!

Qualquer dia conto-vos o que me aconteceu há muitos anos!!

Um abraço
maria

 
       
« Última modificação: Julho 24, 2008, 11:23:44 am por maria »

Offline hermes

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Re: Terapia Regressiva
« Responder #3 em: Julho 23, 2008, 15:50:30 pm »
Companheiro Onurb
Em outros factos extra palestra da sua narração.

Fiquei um tanto ou quanto curioso com o que o Amigo relata.
O que se passa dentro de nós tem sempre algo para nos elucidar porque é lá que vivemos verdadeiramente e só nós podemos analizar porque não há
palavras que possam transmitir sensações e emoções a outras pessoas do que se passa no interior de cada Ser.
Desculpe o atrevimento mas sou por natureza um observador.

Tentou uma introspecção mais tarde sobre as sensações que teve logo que entrou na Ass. Espírita?
Interrogou-se? por exemplo:

Foi a primeira vez que entrou numa Ass.Espírita?
Se foi o que esperava encontrar?
Alguma coisa chocou a sua sensibilidade?
Porque ficou alterado?
Alguma coisa o preocupava?
Antes de entrar estava descontraído e sentia-se bem?
Havia em si ansiedade por ir ouvir a palestra?
Qual em sua opinião a qualidade das energias que sentiu?
Eram agressivas ou pelo contrário?
As energias que sentia nas mãos eram inconsequentes e desharmoniosas, ou pelo contrário eram estimuladoras?
Porquê tanto sangue?

Tudo tem uma razão de ser e nada acontece por acaso. Faço esta conversa consigo porque pelo motivo atrás descrito eu investigo tudo quanto sinto, porque só vivendo se sabe.

Como o  meu prezado Amigo sabe numa palestra é impossível dizer tudo e mais a mais neste tema, para o fazer certamente ainda lá estariamos a ouvir o palestrante.

Você é um estudioso e penso que poderá interrogar-se sobre o assunto para sentir em si respostas que o possam satisfazer e partilhá-las ou não partilhá-las.

Um grande abraço muito Amigo
Hermes 
« Última modificação: Julho 23, 2008, 16:28:46 pm por hermes »

Offline Onurb

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Re: Terapia Regressiva
« Responder #4 em: Julho 24, 2008, 11:54:06 am »
Hermes querido irmão e amigo assim como todos os outros que lêem estas palavras.

Hoje enquanto fazia a barba recebia da minha mente ideias organizadas para a elaboração de um texto, respondia a cada questão com a mais pura verdade. Quase todos dias dou comigo a falar interiormente, coloco questões e respondo, ao responder pergunto-me "achas isso correcto?", nova resposta, nova pergunta, dou por mim sem qualquer sentimento, sem qualquer sentido de julgamento, sentado a observar um teatro entre duas entidades.

E lá fui respondendo às questões, claro que não as decorei e não foram feitas da mesma forma como me foram perguntadas, mas reflecti sobre elas, vou tentar não escrever muito, não me quero perder em textos para os quais nunca tive jeito, ou cortar o interesse de quem lê, só se experimentando se compreende melhor.

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Tentou uma introspecção mais tarde sobre as sensações que teve logo que entrou na Ass. Espírita?Interrogou-se?

A resposta é sim, sempre que sinto algo digo sempre " É lá!!! O que é isto?", no dia seguinte aproveitei estar com o meu querido professor e comentei de imediato com ele. 

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Foi a primeira vez que entrou numa Ass.Espírita?

Não, pelo que me lembro devia ter ai uns 7 anos quando tive contacto, tinham exactamente o mesma imagem de Jesus, lembro-me ser dia mas a sala estar apenas com a luz de uma Clarabóia que iluminava a imagem e espalhava uma luz branca calma, numa sala ao lado eram então dado passes por pessoas todas branquinhas, essa salinha à parte tinha uma maca no centro.

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Se foi o que esperava encontrar?

Sim , completamente.

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Alguma coisa chocou a sua sensibilidade?

Que eu tenha percebido! Não! A não ser já no fim, quando uma senhora falou que era depressiva e que à 30 anos que estava sujeita a medicação, que tudo lhe corria mal, senti que ela tinha assuntos por resolver, ela própria acabou por o confessar que sempre rivalizou com a mãe.

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Porque ficou alterado?

Não sei..., a palavra "alterado" muito provavelmente não foi uma boa escolha, assim como a palavra "brincar" que muita vezes uso também não é bem interpretada, é mais uma sensação, por exemplo, quando estou na paragem do autocarro, o corpo já habituado ao local, temperatura, pessoas que já lá se encontram, nisto alguém se junta ao grupo e eu sinto um arrepio que me sobe as cotas e sai pelos ombros!
No dia da palestra não foi nada disto, foi diferente, não sei se a palavra peso será também a mais indicada, dai eu ter reparado, se tivesse sido arrepio tinha olhado para a pessoa em causa.

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Alguma coisa o preocupava?

Sim, O facto de ter deixado a minha querida esposa em casa, ela própria gostaria de ter ido ouvir.

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Antes de entrar estava descontraído e sentia-se bem?

Sim, de cabeça no ar procurava a minha mãe e irmã, como sempre "numa boa!" no "tasse bem!" como diz a malta nova.

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Havia em si ansiedade por ir ouvir a palestra?

Bem mais uma vez sendo verdadeiro, não. Não sei explicar, é algo interior já tinha ouvido o meu professor e a irmã Susana falar no assunto, internamente sentia o assunto esclarecido, não sei explicar!!! Não quero que fiquem com a imagem de que sou muito bom, sou o maior, não, não sinto nada dessas coisas em mim, mas à certos assunto que quando me falam parece que desperto, com um simples "há sim é verdade, eu sinto".

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Qual em sua opinião a qualidade das energias que sentiu?
Eram agressivas ou pelo contrário?

Não prestei atenção! Como comecei com uns sintomas muito meus conhecidos, de quem vai deixar o corpinho não tarda, e como não gosto nada de cair no chão com todos a olharem, ainda por cima numa Ass. Espirita num dia em que recebe muitas pessoas de fora, não tardariam os falsos juizos! Logo! Toca de levantar os escudos e fechar as portas sensoriais todas.

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As energias que sentia nas mãos eram inconsequentes e desharmoniosas, ou pelo contrário eram estimuladoras?


Era a minha própria energia, "brincava" com ela. Quero eu dizer, era a primeira vez que via algo que ligava os dedos uns aos outros, quando afastava as mãos, aquela luz também esticava. Dá para criar um objecto de luz entre as duas mãos e pressiona-lo, ai as mãos aquecem!
Porque uso a palavra brincar? Porque me vejo como uma criança espiritual, que treina com objectos novos, tal como um bébé olha pela primeira vez para uma roca e a segura, a primeira vez que a segura e ao sacudir não ouve o som que ela gera, mas aproveita para sentir com um movimento mal controlado e ao bater na cabeça que a roca é dura.
Eu associo a palavra brincar às crianças que são puras, no entanto no dicionário dos homens... até zombar é, tal não é a tamanha monstruosidade, uma criança não tem tal sentimento nem o provou ainda.

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Porquê tanto sangue?

Aí... tenho um problema, situação, assunto, o meu professor diz que nunca o consegui resolver desde pequeno sempre foi assim! Mesmo à pouco tempo tive essa experiência com o nascimento no meu filhote (irmão) mais novo, já o bébé ia comer, quando surge a enfermeira para verificar como estava a mãe, ia fazer determinados procedimentos para retirar possíveis restos de sangue, ui... o que a enfermeira foi dizer, bem me mentalizei que  não se passa nada, que faz parte do que somos, etc... várias técnicas de colocar a mente consciente de que tudo é natural em nós, pois..., de lado junto à casa de banho do quarto ouvia a enfermeira dar os detalhes, mais valia estar calada, pois a cada detalhe eu visualizava tudo, e depois foi a chave do boom, passar com as compressas cheias, mas cheias, para o saco do lixo..., fiquei branco como a cal.
Esta situação sei que mesmo com regressão, ficando a saber o porquê... é algo que ... não o sei resolver, é tão mais facil quando o corpo é só energia!

Bem espero que consigam ler, e se leram esta frase.

Tudo de bom para todos.
Om Mani Padme Hum

Offline Onurb

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Re: Terapia Regressiva
« Responder #5 em: Julho 28, 2008, 12:25:33 pm »
Olá amigos do caminho,

Ontem fiz uma regressão (dia 27 de Julho 2008 para que fique registado), vou tentar dar uma ideia de como as coisas acontecem.

Uma das coisas que se começa logo a pensar é "Isto comigo não vai resultar", depois com vontade que realmente aconteça, deixamos-nos ir na voz de quem nos encaminha na regressão, seguindo o protocolo estabelecido, respira-se descontrai-se. Dei por mim a projectar o corpo, conseguia ver um corpo igual à matéria todo cinzento, não era carne, mas quase que se torna, pensei para mim, não é essa a experiência de hoje, vá deixa-te de coisas, e concentra-te nesta experiência.

Sente-se a mente a fazer ruído, a mente não quer que se conheça, inunda-nos com pensamentos constantes e adversos, quer quebrar a confiança, grita dentro de nós "É tudo mentira!", "Estás a imaginar!", "A inventar!", "Não abras essa boca, não digas uma palavra, vais ser gozado, palhaçito!!!"

Agora entendo o que o amigo Kunti e Cascais, querem dizer com o "Silencio" que se faça silencio para que tudo seja claro. Temos que educar a mente, nós somos os donos dela e não o contrário, ela é uma obreira com a função de nos servir. Deve silenciar-se à nossa ordem. Meditemos.

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Nesta altura enquanto ouvia a mente, era orientado a criar a minha máquina do tempo, minha, eu a conduziria de livre vontade no tempo, foi-me pedido para visualizar a máquina do tempo e ouvir os sons a mim conhecidos e relaxantes; Com o barulho dos autocarros imaginava um motor em corte lateral, via tudo a mexer como se estivesse dentro daquele motor, acompanhava até os cilindros no seu movimento via as explosões que impulsionavam os cilindros para baixo. Sempre que me era perguntado se já estava a ver alguma máquina, ui... "Não digas nada! Agora vais dizer que vês um motor cortado transversalmente e a trabalhar, está na hora Discovery? Não sejas palhaço, vão se rir de ti, palhaço! Cala-te... Cala-te"

No entanto desejava ver algo, quem teria sido noutra vida, quem fui perguntava a mim mesmo, onde andei?

Muito perguntava a orientadora "O que vês? O que sentes!" Eu claro nada, nem um som emitia! "Não fales, não digas nada, nada!" Passou-me as pirâmides do Egipto e  uma daquelas estátuas cabeça de lobo ou cão preto com lança na mão. "Não digas isto! Tu nem gostas do Egipto, aquilo é só areia, vais comer areia?"

Foi então sugerido para avançar... visualizava então, formações de pontos violeta que se alargavam em círculos até que pareciam cobrir toda a parte visual do globo ocular, estilo "StarTrek em warp 5", vão se rir eu sei mas é a verdade...  ??? ??? ::) ::) lá está aquela coisa do palhaço. Mas não me importa, à que dizer as coisas, quem quiser que veja as setas no caminho, quem não quiser finja que não as vê!  ;)

Era constantemente perguntado "O que vê? O que sente?" O Egipto já tinha sido removido, restava agora uns cumes brancos, e por baixo tudo negro. Mais uma vez "Diga o que vê? O que sente?"

Onurb : "É branco, é tudo branco!"
Terapeuta : "E sente que? Percebe que?"
O: "Árvores altas, muito altas, ...", calei-me... era uma floresta verde de grandes árvores
T: "Visualize uma escada... vamos subir essa escada"

 ??? ??? ??? Escada qual escada....

T: "A escada é?"
O: "Bem é uma escada de madeira, uma parte espinhas em madeira! bem na vertical!"
T: "Suba o que vê o que sente?"
O: "Uma casa de campo, com um telhado bem inclinado, toda de madeira"
T: "O que faz? O que sente?"
O: "Sou lenhador! Corto as árvores maiores!"  Não dito -> Tenho muita lenha cortada perto de casa!
T: "Vamos entrar na casa, como é? o que sente?"
O: "É tudo tosco, uma mesa..."

Não dito mas visualizado, a casa era pequena tinha um alpendre com um banco de madeira, aspecto rijo para caraças, ao entrar na porta tinha logo a mesa, uma árvore serrada a meio, com uns pés tipo cruzeta, era mesa de jantar, balcão de cozinha e mesa de trabalho, 3 em 1 giro!  :D. Havia panelas e tachos pendurados na parede, não me lembro de ver fogão, mas a lareira era de pedra preta, servia para tudo também..., havia algo no andar de cima mas não sei!

T: "Está à mesa! O que janta? O que sente? O que vê?"
O: "Sopa!"
T: "Que idade pensa ter? O que vê? O que sente?"
O: "Não sei, sou grande!" Não dito -> Era grande e forte, muitos contavam comigo no trabalho, era o mais forte, forte como um urso castanho claro, grande... quase que fazia o trabalho sozinho, era o maior o mais robusto. Sempre que era preciso força chamavam-me, não negava o braço ao trabalho.
T: "Vamos avançar! Vamos envelhecer o homem! O que sente? O que vê?"
O: "Estou sentado à porta de casa!" - Estava sentado no banco rijo que nem um raio, é duro, nada confortável, mas sou forte mais duro que o banco, duas crianças brincam na neve são fortes também, vão ser grandes, e são logo dois...
T: "Avance!  Avance! Avance! Vamos envelhecer mais o homem! O que sente? O que vê?"
O: "A árvore vai cair!" - Sentia uma enorme pressão no peito! A árvore não parava de cair e ficava a 45º, voltava a trás voltava a cair! volta e cai! volta e cai! volta e cai! Ponho a mão no peito! E sinto uma enorme pressão...
T: "A árvore vai cair!" "A árvore vai cair!" "A árvore vai cair!" "A árvore vai cair!" "A árvore vai cair!"
O: "A árvore caiu-me em cima!" - Não dito - Correram para mim, tentavam levantar a árvore, era tarde, a minha árvore era sempre a maior... ali fiquei.
T: "Para onde vai o homem? O que sente? O que vê?"
O: "Vai para o céu!" - Via-me envolvido numa luz branca que me elevava eu rodava de felicidade, a missão tinha sido cumprida, estava orgulhoso, dançava de braços abertos no meio da luz feliz... estava cumprida a missão.

T: "Aproveite que está no meio dessa luz, e vitalize o seu corpo, sinta a energia!"

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T: "Vamos agora viajar no tempo para onde desejares!"

Bem que velocidade deslocava-me naquela luz à procura à procura!!!

T: "O que vê? Onde está?"
O: "Estou no Egipto!" - Bolas! Eu nem gosto do Egipto, que estou eu a fazer aqui, bem já agora deixa ver!
T: "Diga o que vê? O que sente?"
O: "Estou de vigia! Estou num sitio alto! Vejo a cidade toda!" - Era tudo em tons de areia casas quadradas baixas.
T: "Está de vigia? O que vê? Como é?"
O: "É um dia normal!" Não dito -> As pessoas andavam pelas ruas daquela cidade, falavam, iam à água, teciam, vendiam coisas, tratavam das casas, as crianças corriam pelas ruas felizes, estava tudo bem...
T: "Algo vai acontecer! O que vê? O que sente?"
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T: "Algo vai acontecer! O que vê? O que sente?"

Começava a sentir algo.... alguma coisa está mal! Os olhos fixavam o horizonte, na duna a uns 100 metros da cidade, vem ai alguma coisa... sentia-me estremecer, sentia um formigueiro como um corte que ia desde a frente até às costas do lado esquerdo.

T: "Algo vai acontecer! Algo vai acontecer! Algo vai acontecer! Algo vai acontecer! Algo vai acontecer! O que vê? O que sente?"
O: "Não sobrou ninguém! Morreu tudo!"   Não dito - Uma nuvem de vapor desce a duna, eram muitos nessa onda de vapor, passa a cidade não fica ninguém vivo, nem uma osga na parede! Nada! Nada mexe! Sinto as lágrimas a correr... como soldado era a minha função defende-los, entretanto não vejo sangue nem corpos, sinto apenas a impressão que foram todos mortos...
T: "Vamos avançar! Avance! Para onde vai o homem?"
O: "Subi a duna!"   Não dito - No topo da duna caia de joelhos e pedia perdão a todos por não os conseguir salvar, rezava a um Deus egípcio, pedia perdão...
T: "Vamos avançar!!! Onde está? O que vê? "
O: "Estou num oásis!" Não dito - Estava de barriga para o ar, olhava o céu esperava que me viessem buscar!
T: "Onde está? O que vê? "
O: "Estou num oásis!"
T: "Vamos avançar!!! Come é esse oásis? O que vê? "
O: "Estou num oásis!"
T: "Vamos então regressar ao dia de hoje!"


Entra o protocolo de regresso! Cá estamos... em mais uma vida! A cumpri a missão aceite, e a caminhar para o templo.

Tudo de bom para todos
Om Mani Padme Hum






« Última modificação: Julho 28, 2008, 12:39:28 pm por Onurb »