{"id":145,"date":"2009-02-07T09:00:21","date_gmt":"2009-02-07T09:00:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.acaminhodotemplo.com\/wp\/?p=145"},"modified":"2009-02-19T13:11:42","modified_gmt":"2009-02-19T13:11:42","slug":"mandamentos-e-tradicoes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.acaminhodotemplo.com\/wp\/?p=145","title":{"rendered":"Mandamentos e Tradi\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Amigos<br \/>\nComo o Abrame tornou p\u00fablico mais uma das suas divaga\u00e7\u00f5es de an\u00e1lise espiritual aproveito a oportunidade para transcrever mais um texto a que ele chamou &#8221; Mandamentos e Tradi\u00e7\u00f5es &#8220;.<\/p>\n<p>Ditos de Jesus<\/p>\n<p>Sempre, em todos os tempos, vieram ao mundo seres espirituais em miss\u00e3o de ajuda \u00e0 humanidade para que esta pudesse encontrar caminhos que permitissem desenvolver com maior brevidade a sua evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de outros avatares tamb\u00e9m Mois\u00e9s, os profetas, Jesus e os ap\u00f3stolos, nas suas miss\u00f5es de ajuda, estabeleceram \u00e0 humanidade condutas de comportamento justas e harmoniosas, em face do lento evoluir do homem, em conformidade com a espiritualidade alcan\u00e7ada pela sua alma naquele momento.<\/p>\n<p>Mas os homens, em suas v\u00e1rias interpreta\u00e7\u00f5es, foram aqui, ali e acol\u00e1 adaptando os ensinamentos recebidos atrav\u00e9s do intelecto de acordo com os seus interesses, significados pr\u00f3prios e adapta\u00e7\u00f5es \u00e0 sua vida do dia-a-dia de vaidade e de orgulho religioso, transformando-os em tradi\u00e7\u00f5es convenientes \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a, ficando no esquecimento os valores divinos.<\/p>\n<p>Cumprindo a tradi\u00e7\u00e3o, o homem foi esquecendo os valores profundos do religar do templo, preso a dogmas e mais preceitos humanos, exercendo o culto exterior, deixando assim desse modo o interior cheio de rapina e podrid\u00e3o.<\/p>\n<p>Por esse motivo diz Jesus: &#8220;sois semelhantes a sepulcros caiadas por fora e podres por dentro&#8221;. (Mateus 23-27) e, deste modo, tudo serve e vai servindo ainda hoje para contradizer os valores anunciados por Jesus, para justificar as consci\u00eancias daqueles que\u00a0 servindo-se da mentira e do engano, puxam a brasa \u00e0s suas conveni\u00eancias.<\/p>\n<p>Comer o p\u00e3o sem lavar as m\u00e3os representa, no seu entender, um grande pecado, que grande ofensa a deus! Tal como hoje, n\u00e3o se chama pecado comer o p\u00e3o do suor alheio, mas com\u00ea-lo sem lavar as m\u00e3os \u00e9 crime de bradar aos c\u00e9us.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o domina; comer \u00e0 mesa da comunh\u00e3o\u00a0 humana bem apetrechada e suculenta\u00a0 com as m\u00e3os lavadas e cheirosas de desinfectantes, \u00e9 ter a certeza de que dali se sai limpo de pecado.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 que se deva comer sem lavar as m\u00e3os. Por uma quest\u00e3o de higiene \u00e9 absolutamente aceit\u00e1vel, mas at\u00e9 ser isso um conceito divino a n\u00edvel de pecado \u00e9 menosprezar a intelig\u00eancia que deus nos deu.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o assim manda. Tratam-se dos templos de pedra com adornos, flores e passadeiras, num esmero sofisticado, num fausto impressionante, com pobres cada vez mais pobres, enfermos que sofrem e desprotegidos que choram.<\/p>\n<p>Para isso ningu\u00e9m olhou como causa de grande pecado do ego\u00edsmo, produto da ignor\u00e2ncia espiritual do homem.<\/p>\n<p>Desde que tudo brilhe, pelo requinte e riqueza e hajam sinos e m\u00fasica, dando vida barulhenta ao culto exterior espectacular, para ader\u00eancia de adeptos, esquecem-se as mis\u00e9rias humanas e o ensinamento de Jesus ao dizer-nos: &#8220;que o reino dos c\u00e9us est\u00e1 dentro do homem.&#8221;<\/p>\n<p>Cumprida a tradi\u00e7\u00e3o, ficam os momentos de prazer e de satisfa\u00e7\u00e3o da festa participada que subtraem os valores espirituais do mandamento.<\/p>\n<p>O mandamento \u00e9 de deus e deus n\u00e3o se v\u00ea porque \u00e9 esp\u00edrito, segundo nos disse Jesus. A tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 dos homens, e por isso a tratam com desvelo.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 coerente que numa humanidade adulta, consciente do seu objectivo espiritual, os proventos dispon\u00edveis devessem ser canalizados para lares de terceira idade, para crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s e desvalidos, bem como assim para a constru\u00e7\u00e3o de hospitais, escolas e bibliotecas, etc. Onde o homem pudesse aprender e, por si s\u00f3, ascender \u00e0 compreens\u00e3o do ser?<\/p>\n<p>Pois ser\u00e1! Mas se o dinheiro fosse para isso, como se fomentariam e financiariam as guerras, como se poderia espalhar, pelo mundo fora, a droga leve e pesada, que degrada o homem e \u00e9 motivo de tanta mis\u00e9ria? Como se poderia, sem dinheiro, espectaculizar as grandes cerim\u00f3nias de faustos exteriores das diversas espiritualidades mundiais?<\/p>\n<p>Tudo isto em benef\u00edcio apenas de alguns, n\u00e3o obstante haver muitos homens e mulheres de boa f\u00e9, trabalhando nesse sentido, pensando estar a contribuir para o bem de seus irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Jesus alertou-nos para termos cuidado com os falsos profetas.<\/p>\n<p>O mundo, no tempo de Jesus, n\u00e3o difere do nosso na observ\u00e2ncia destes conceitos.<\/p>\n<p>N\u00e3o compreendendo a mensagem espiritual porque impeditiva dos v\u00e1rios interesses em jogo, usa-se e abusa-se atrav\u00e9s de tudo que possa dar prazer e fomente o poder do ter.<\/p>\n<p>Em todas as classes sociais, sem excep\u00e7\u00e3o, a pervers\u00e3o de car\u00e1cter salienta-se de maneira t\u00e3o sofisticada, que \u00e9 preciso andarmos no mundo bem atentos e cautelosamente despercebidos, para se poder fazer alguma coisa.<\/p>\n<p>A lei implantada \u00e9 a de salve-se quem puder, pois em qualquer actividade o homem se confronta com outros homens que para atingirem os seus objectivos, n\u00e3o olham a meios.<\/p>\n<p>Como as leis divinas t\u00eam um outro fundamento em que vigora o amar a deus sobre todas as coisas e ao pr\u00f3ximo como a ti mesmo, h\u00e1 que ignor\u00e1-las porque n\u00e3o servem ao mundo de competi\u00e7\u00e3o actual.<\/p>\n<p>Fariseus an\u00f3nimos surgem-nos de todos os lados com perguntas insidiosas, escribas pervertidos na busca de sensacionalidade desnaturam a miss\u00e3o da imprensa, falsos profetas e obreiros fraudulentos especulam com as coisas mais s\u00e9rias, n\u00e3o tendo em conta o sacrif\u00edcio daqueles nossos irm\u00e3os que, em miss\u00e3o de solidariedade e fraternidade, vieram ao mundo, no anseio de elevar o n\u00edvel de conhecimento espiritual da humanidade a fim de evoluir para um estado de fraternidade tendo como princ\u00edpio a doutrina cr\u00edstica do amor a deus e ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Mas quando surgem os festejos, espect\u00e1culos de tradi\u00e7\u00e3o religiosa, l\u00e1 est\u00e3o eles, todos pressurosos, engordando seus proventos mercantilmente.<\/p>\n<p>Foi exactamente por isso que Jesus, entrando no templo e deparando-se com aquele neg\u00f3cio infame da venda de pombos destinados \u00e0 pr\u00e1tica de sacrif\u00edcios e c\u00e2mbio de dinheiro, n\u00e3o p\u00f4de conter a sua indigna\u00e7\u00e3o, e, exaltando-se, volteou com energia sobre a cabe\u00e7a uma dobra de cordas, espalhando assim o caos com o derrube de mesas, libertando animais e provocando a queda das moedas por todo o pavimento.<\/p>\n<p>Jesus bem compreendeu a sinuosidade daquelas mentes dominadas pelo pr\u00edncipe deste mundo quando disse: &#8221; este povo honra-me com os l\u00e1bios, mas o seu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de mim. &#8221; (seg. Mateus 15,8).<\/p>\n<p>A miseric\u00f3rdia, salvo raras excep\u00e7\u00f5es, n\u00e3o mais alimenta os cora\u00e7\u00f5es e a f\u00e9, por assim ter deixado de aquecer as almas com a sua chama vivificadora, porque a palavra divina foi invalidada por causa de interpreta\u00e7\u00f5es e conceitos tradicionais.<\/p>\n<p>Os profundos ensinamentos de Jesus est\u00e3o envolvidos na neblina cerrada dos interesses mundanos que, baseados nos preceitos deteriorados, consagraram a tradi\u00e7\u00e3o religiosa servindo os interesses ego\u00edstas e olvidando o sentido profundo de desenvolver em n\u00f3s a capacidade de amar todos os seres viventes como manifesta\u00e7\u00e3o divina, a exemplo do que o esp\u00edrito ensinou a Abra\u00e3o, a Mois\u00e9s e que Jesus t\u00e3o bem nos transmitiu.<\/p>\n<p>Dir-se-\u00e0! Muita coisa se tem feito em benef\u00edcio dos mais desfavorecidos, que n\u00e3o t\u00eam p\u00e3o para a boca e\u00a0 tecto para dormir.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que sim, e devemos honrar e exaltar as excep\u00e7\u00f5es porque \u00e9 um dos deveres de honestidade\u00a0 e de amor por quem sofre. Mas n\u00e3o se pode, no entanto, esquecer a reciprocidade monet\u00e1ria, pois que, de uma maneira geral, s\u00f3 servem \u00e0queles que podem pagar ou t\u00eam bens para doar.<\/p>\n<p>Tenhamos perseveran\u00e7a, porque nada se perde. Tudo tem uma raz\u00e3o de ser e a justi\u00e7a divina \u00e9 bem infal\u00edvel, visto tudo estar previsto com perfei\u00e7\u00e3o na crea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando o sol se esconde no horizonte, o planeta \u00e9 envolvido em escurid\u00e3o, tudo lembra caos. Mas, mais adiante, surge a alvorada e o mesmo sol ilumina o mundo e d\u00e1-lhe vida.<\/p>\n<p>A uma \u00e9poca de mis\u00e9ria f\u00edsica e moral, sucede outra de fartura e de bem estar, assim como \u00e0s seis vacas gordas, sucederam as magras, e tal como jos\u00e9 assim interpretou no sonho do fara\u00f3, as espigas bem gradas vieram substituir as deterioradas.<\/p>\n<p>Segundo o que est\u00e1 escrito, est\u00e3o chegados os tempos da colheita, e para isso haver\u00e1 a separa\u00e7\u00e3o natural do trigo do joio.<\/p>\n<p>A uma \u00e9poca de prova\u00e7\u00e3o suceder\u00e1 uma de regenera\u00e7\u00e3o. Sem qualquer d\u00favida, c\u00e1 estaremos todos, uns e outros, para ver e viver.<\/p>\n<p>E tudo isto com base em mandamentos\/tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o os dez mandamentos trazidos por Mois\u00e9s do monte Sinai, atribu\u00eddos a mensagem directa de deus, que visa a \u00e9tica.<\/p>\n<p>Mois\u00e9s tinha necessidade de leis morais para conter as negatividades daquele povo judaico que, por analogia, se pode atribuir \u00e0 humanidade em geral em termos de imoralidade, de possess\u00e3o e de adora\u00e7\u00e3o de falsos deuses, a fim de que os pudesse conduzir a uma exist\u00eancia de valores superiores.<\/p>\n<p>S\u00e3o conceitos que n\u00e3o foram interiorizados espiritualmente para modifica\u00e7\u00e3o do eu inferior, mas sim observados no rigor do comportamento exterior, de tal forma dr\u00e1sticos, que levava ao extremo do apedrejamento at\u00e9 \u00e0 morte do infractor.<\/p>\n<p>Era a lei de tali\u00e3o, que interpretavam de acordo com as suas conveni\u00eancias, em cuja sagacidade e hipocrisia eram peritos. E ainda hoje assim \u00e9, visto n\u00e3o haver grande diferen\u00e7a da actua\u00e7\u00e3o do intelecto, ao servi\u00e7o do ego humano.<\/p>\n<p>E ainda hoje existe na humanidade, para nossa vergonha, a pena de morte.<\/p>\n<p>Depois de s\u00e9culos de ignor\u00e2ncia, surge-nos em determinado tempo, Jesus, o arauto do amor, e porque n\u00e3o vindo revogar a lei ou os profetas, mas lev\u00e1-los \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o, explica ao homem que deus \u00e9 amor e que s\u00f3 atrav\u00e9s do perd\u00e3o o ser se redime, na compreens\u00e3o de que somos todos irm\u00e3os e que a lei abrange n\u00e3o s\u00f3 um povo &#8211; o povo de Israel &#8211; mas a humanidade toda.<\/p>\n<p>E diz-nos, buscando o que estava escrito h\u00e1 s\u00e9culos: &#8221; amar\u00e1s o senhor teu deus de todo o teu cora\u00e7\u00e3o, de toda a tua alma, de toda a tua for\u00e7a e de todo o teu entendimento e ao pr\u00f3ximo como a ti mesmo.&#8221;<\/p>\n<p>Para que isto se possa conseguir \u00e9 necess\u00e1rio que\u00a0 \u00a0o homem se consciencialize, cumprindo a tr\u00edade\u00a0 dos deveres indispens\u00e1veis, fazendo deles a sua \u00e9tica.<\/p>\n<p>1\u00ba para com deus<br \/>\n2\u00ba para consigo mesmo<br \/>\n3\u00ba para com o pr\u00f3ximo<\/p>\n<p>Nisto resumiu Jesus a lei e os profetas.<\/p>\n<p>Sendo deus o autor da nossa exist\u00eancia, o nosso verdadeiro pai, devemo-nos dedicar primeiramente a deus, com todos os nossos haveres, a nossa pr\u00f3pria vida.<\/p>\n<p>Os deveres do homem est\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o com o seu grau de entendimento, com as suas aptid\u00f5es f\u00edsicas, intelectuais e ps\u00edquicas. \u00c9 preciso que se instrua em esp\u00edrito e verdade porque l\u00e1 est\u00e1 o ensinamento que manda que \u00e9 preciso que em primeiro lugar procures as coisas do esp\u00edrito.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m pode dar o que n\u00e3o tem, mas \u00e9 fora de d\u00favida que devemos dar a deus tudo o que temos, pois, verdadeiramente, nada \u00e9 nosso porque tudo o que temos foi-nos outorgado por ele como merecimento ou teste e sempre que damos algo a qualquer ser vivente, o estamos a fazer ao pr\u00f3prio senhor de tudo.<\/p>\n<p>\u00c9 do cumprimento desses deveres em consci\u00eancia que come\u00e7a a felicidade.<\/p>\n<p>Satisfeitos os deveres que temos para com deus, ocorre-nos tratar daqueles que se relacionam com a nossa pr\u00f3pria individualidade. E essas obriga\u00e7\u00f5es s\u00e3o de natureza material, intelectual e espiritual.<\/p>\n<p>O homem vem aos mundos da forma para, em contacto com a mat\u00e9ria, progredir e esse progresso depende do bom emprego que possa fazer do tempo reencarnat\u00f3rio para zelar e proteger o seu corpo, proporcionando-lhe a natural manuten\u00e7\u00e3o de sa\u00fade e cultivar a alma, que \u00e9 sua real individualidade, sem detrimento um do outro.<\/p>\n<p>Pela mesma maneira, lhe cumpre fazer para com o seu pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e9 aquele que se aproxima de n\u00f3s, seja em corpo material ou espiritual.<\/p>\n<p>H\u00e1 pr\u00f3ximos que est\u00e3o longe de n\u00f3s estando t\u00e3o perto e pr\u00f3ximos que est\u00e3o t\u00e3o perto estando longe.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito da alma, age a lei da similaridade.<\/p>\n<p>No terreno da mat\u00e9ria, a lei da atrac\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os principais pr\u00f3ximos s\u00e3o aqueles que nos est\u00e3o ligados pela lei da afinidade ps\u00edquica.<\/p>\n<p>O homem que cumpre o seu dever, a nada mais fica obrigado. Quando o homem faz o que pode, deus faz por ele o que ele, por si mesmo, n\u00e3o pode fazer.<\/p>\n<p>Por isso nos diz Jesus: &#8221; as obras que eu fa\u00e7o n\u00e3o sou eu que as fa\u00e7o mas o pai \u00e9 que faz as obras, de mim mesmo eu nada posso fazer &#8220;. (Jo\u00e3o 14,10-12)<\/p>\n<p>Feliz daquele que faz tudo o que pode e deve fazer, pois esse \u00e9 o bom emprego do talento, que leva \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de outros muitos talentos porque o retorno \u00e9 sempre pr\u00f3digo.<\/p>\n<p>Pois tr\u00eas s\u00e3o os deveres indispens\u00e1veis do homem: para com deus. Para consigo mesmo e para com o pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>O chamado preceito consciencial \u00e9 este: ama a deus, ama a ti mesmo, ama o teu pr\u00f3ximo, instrui-te e procura tamb\u00e9m instruir os seres viventes que s\u00e3o teus irm\u00e3os, porque deus, n\u00f3s e toda a crea\u00e7\u00e3o s\u00e3o um.<\/p>\n<p>Faz tudo isso com todo o teu entendimento, de todo o teu cora\u00e7\u00e3o, de toda a tua alma, com todas as tuas for\u00e7as e estar\u00e1s com o pai do c\u00e9u, como lhe chamou Jesus.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o mandamento supremo que todo o homem deve consciencializar, recebendo-o do esp\u00edrito de deus pois ele mostra-nos a genuinidade divina.<\/p>\n<p>15-09-1980 Abrame<\/p>\n<p>Do vosso amigo com sentimentos fraternos. Hermes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amigos Como o Abrame tornou p\u00fablico mais uma das suas divaga\u00e7\u00f5es de an\u00e1lise espiritual aproveito a oportunidade para transcrever mais um texto a que ele chamou &#8221; Mandamentos e Tradi\u00e7\u00f5es &#8220;. 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