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leituras
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Tópico: leituras (Lida 9989 vezes)
ajce1962
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leituras
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em:
Maio 26, 2009, 15:17:25 pm »
Excertos de JEAN GUITTON,em deus e a ciência
Os físicos afirmam que o todo e a parte são uma só e mesma coisa,como exemplo o holograma.A maioria das pessoas que viram uma imagem holográfica(a qual se obtém projectando um feixe de laser através de uma placa sobre a qual foi fotografado um cenário)tiveram a estranha impressão de contemplar um objecto real em três dimensões.Podemos deslocar-nos em volta da projecçao holográfica e observá-la sob ângulos diferentes,tal como um objecto real.Apenas ao passarmos a mão através do objecto constatamos que não dá nada .
Ora,se pegarmos num microscópio potente para observarmos a imagem holográfica de uma gota de água,por exemplo,veremos os microrganismos que se encontravam na gota original.
E não é tudo.A imagem holográfica possui uma característica ainda mais curiosa.Admitamos que eu tiro uma fotografia da Torre Eiffel.Se eu rasgar o negativo da minha fotografia em duas metades,não obterei,naturalmente,mais que metade da imagem original da Torre Eiffel.
Tudo muda com a imagem holográfica.Por estranho que possa parecer,se rasgarmos um bocado de um negativo holográfico e o pusermos sob um projector de laser,não obteremos,uma parte,da imagem,mas a imagem inteira.Mesmo que eu rasgue o negativo uma dúzia de vezes para apenas conservar uma parte m´núscula,esta conterá a totalidade da imagem.
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ajce1962
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leituras
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Responder #1 em:
Maio 26, 2009, 15:43:56 pm »
Mas que se passa sobre a placa holográfica para produzir esse efeito segundo o qual cada parte contém a totalidade?
Segundo Bohm,justamente,trata-se apenas de uma versão instantãnea,petrificada,do que se passa numa escala infinitamente mais vasta em cada região do espaço e através de todo o universo,do átomo às estrelas,das estrelas às galáxias.
A Bíblia diz-nos que Deus criou o homem à sua imagem,mas não,nós somos a própria imagem de Deus.Um pouco como a placa holográfica que contém o todo em cada parte,cada ser humano é a imagem da totalidade divina.
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Re: leituras no abstrato
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Responder #2 em:
Maio 30, 2009, 21:10:29 pm »
Olá boa tarde.
Uma das metáforas para representar as imagens holográficas é um espelho grande reflectindo o sol.Partimos esse espelho aos bocados e cada bocado continua a reflectir a totalidade do sol.
O absoluto está em todos e por extenção,está em tudo.
Nossos corpos são como invólucros,os quais possuem dentro de si a mesma força imanente que habita em tudo.Imaginem uma quantidade de garrafas cheias de água do mar,existindo lado a lado dentro do oceano,a água que está dentro é a mesma que está do lado de fora.No entanto as garrafas arrolhadas pensam que a porção que têm em seu interior é distinta do resto do universo,então algumas conseguem desarrolhar-se e,então,dão-se conta de que a água que têm dentro é a mesma que está do lado de fora e que o universo flui para dentro e para fora sem obstáculos nem impedimentos.
Conscientizam-se de que não estão separadas umas das outras,mas que estão todas ligadas e em comunicação entre si pelo flúido cósmico.
As garrafas são os seres humanos.A rolha é a personalidade.A água é o absoluto.O ato de tirar a rolha é o YOGA em seus estágios finais.
DeRose universidade de yoga do Brasil
Gostei desta metáfora pela simplicidade e clareza que é o que mais necessitamos para a vida.
ADEUS
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ajce1962
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Re: leituras metafóricas e subtis
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Responder #3 em:
Maio 30, 2009, 23:16:12 pm »
Olá
DeRose universidade de yoga do Brasil
As energias que nos dão forma...
São chamados corpos também por estarem uns "dentro"dos outros e ocuparem o mesmo lugar no espaço,logo,têm o mesmo formato do corpo físico,embora possam extrapolá-lo em alguns milímetros.Ocupam o mesmo lugar por serem de dimensões diferentes.
Imaginemos que temos um balde cheio de pedras.Esse é o nosso corpo fisíco denso.Não cabe mais nenhuma pedra.O espaço está preenchido.No entanto,ainda cabe cascalho,que vai-se ajustando nos interstícios entre uma pedra e outra.Esse é o nosso corpo energético.Também é pedra,só que mais subtil.Preenchemos os espaços até não caber mais nenhuma brita.O recipiente está plenamente preenchido.Mas ainda cabe areia.Embora não coubesse mais nenhum cascalho,temos condiçoes de colocar uma boa quantidade de areia,porque ela é mais fina,mais subtil.Esse é o nosso corpo emocional.Agora,o recipiente está mesmo preenchido.Não cabe mais nada.Porém,conseguimos adicionar água,extremamente mais subtil que a areia.Ainda cabe muita água.Esse é o nosso corpo mentalFinalmente,não cabe mesmo mais nada.No entanto,é possível inserir ar e gaseificar a água.Esse é o nosso corpo intuicional.Parece que agora não conseguiremos mesmo introduzir coisa alguma a mais.Não obstante,podemos aplicar magnetismo,ou electricidade,ou calor,ou radioatividade.Essa é a mônada.
E ai temos os quatro elementos.
adeus e boas metáforas
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ajce1962
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Re: leituras
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Responder #4 em:
Junho 05, 2009, 00:05:54 am »
Segundo a física,nós não observamos o mundo físico;participamos nele.Os nossos sentidos não são separados do que existe"em si",mas estão intimamente implicados num processo complexo de feedback cujo resultado final é de facto,criar o que está "em si".
Sonhamos o mundo.Sonhamo-lo como qualquer coisa de durável,de misterioso,de visível,de omnipresente no espaço e de estável no tempo.
"O espírito humano reflecte um universo que reflecte o espírito humano".Assim não podemos dizer,simplesmente,que o espírito e a matéria coexistem,eles existem um através do outro.De certo modo,através de nós,o universo está portanto em vias de se sonhar a si próprio:o meta-realismo começa no próprio momento em que o sonhador toma consciência de si próprio e de seu sonho.
JEAN GUITTON em DEUS E A CIÊNCIA
Se queres conhecer o passado,examina o presente que é o resultado;se queres conhecer o futuro,examina o presente que é a causa.
CONFÚCIO
Adeus bons sonhos
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Re: leituras (KRISHNAMURTI)
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Responder #5 em:
Junho 05, 2009, 14:56:34 pm »
O medo:
Para se entrar diretamente em contacto com o medo,não deve haver imagem alguma,quer dizer,não deve haver nenhuma lembrança do medo de ontem.Só então é possível entrar em contacto real com o medo real de hoje.
Então,se não há lembrança do medo de ontem,tens a energia necessária para enfrentar o medo presente;e necessita-se de uma tremenda energia para enfrentar o presente.Dissipamos essa energia vital_que todos nós temos por causa dessa imagem,dessa fórmula,dessa autoridade;e o mesmo acontece quando se está buscando o prazer.A busca do prazer é para nós sumamente importante.O prazer supremo é Deus_o Deus que supomos existir_mas ele pode ser a coisa mais aterradora que se possa conhecer;mas nós o imaginamos_o Supremo_e por isso nunca o encontramos.
Mais uma vez,o facto é que_assim como reconhecemos um prazer como um prazer que ontem experimentámos_nunca estamos realmente em contacto com a experiência real,como um estado real.
A memória de ontem está sempre a cobrir,a velar o presente.
Estou apenas a ser como um espelho da vossa vida,no qual podeis ver-vos como sois.Depois,podeis deitar fora o espelho;o espelho não é importante.
KRISHNAMURTI
Adeus amigos que se partam todos os espelhos
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Re: leituras (KRISHNAMURTI)
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Responder #6 em:
Junho 07, 2009, 20:01:35 pm »
Olá amigos boa tarde ao templo
O Amor:
E essa mente_que é então a verdadeira mente religiosa_pode compreender a natureza da morte.Pois,sem a compreensão,não há compreensão do amor.A morte não é o fim da vida.Não é uma consequência de doença,senilidade ou acidente.A morte é uma coisa com que temos de viver todos os dias,morrendo para tudo o que conhecemos.Se não conhecerdes a morte,jamais conhecereis o amor.
O amor não é memória,também não é simbolo,imagem,ideia;não é o amor um ato social;o amor não é uma virtude.Havendo amor,há virtude;não se precisa lutar para se tornar virtuoso.Se não conheceis o amor,é porque ainda não compreendestes o que é morrer_morrer para vossa experiência,morrer para vossos prazeres,morrer para qualquer nemória oculta,inconsciente.É quando tudo trouxerdes à luz e morrerdes a cada minuto_para vossa casa,vossas lembranças,vossos prazeres morrerdes voluntária e facilmente,sem esforço,sabereis então o que é o amor.
KRISHNAMURTI
Deixa tudo e tudo acharás...
IMITAÇÃO de CRISTO
O homem é feito pelas suas crenças.
Conforme aquilo em que crê,assim ele é.
BHAGAVAD-GITA
Adeus
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Re: leituras(KRISHNAMURTI)
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Responder #7 em:
Junho 08, 2009, 10:44:47 am »
Mente livre:
A mente religiosa difere sobremodo daquela que crê na religião.
No sentido psicológico,a mente religiosa está livre da sociedade,livre também de todas as formas de crença,todas as formas de exigência de experiência e auto-expressão.
O homem sempre criou,através das idades,um conceito a que deu o nome de "Deus".
Para o homem,a crença nesse conceito chamado Deus sempre foi necessária,porque vê que a vida é desgraçada,uma sucessão de batalhas,conflitos,aflições_com uma ocasional centelha de luz,de beleza,de alegria.
A crença num conceito,numa fórmula,numa idéia,se tornou necessária porque a vida pouco significa.A rotina diária,o emprego,a família,o sexo a solidão,a opressão,o conflito da auto-expressão,são coisas insignificantes;e,no fim de tudo,a morte! Portanto,o homem tem de crer,a crença se lhe tornou uma imperiosa necessidade.
KRISHNAMURTI
Quanto mais recolhido for cada um e mais simples de coração,tanto mais sublimes coisas entenderá sem esforço,porque do alto recebe a luz da inteligência.
IMITAÇÃO de CRISTO
Jamais haverá ano novo,se continuar a copiar os erros dos anos velhos.
LUÍS de CAMÕES
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Re: leituras(O GOSTO da LIBERDADE)
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Responder #8 em:
Junho 15, 2009, 02:20:31 am »
Olá ao universo
O Buda estabeleceu a virtude, concentração e sabedoria como o caminho para a paz, o caminho para a iluminação. Mas na verdade essas coisas não são a essência do Budismo. Elas são somente o caminho. O Buda as chamava de "Magga", que significa "caminho". A essência do Budismo é a paz e essa paz surge conhecendo verdadeiramente a natureza de todas as coisas.
O Buda estabeleceu o caminho da prática completo, mas nós ainda não o praticamos, ou se o fazemos, nós o praticamos somente com a linguagem.
A base real do Budismo é o completo conhecimento acerca da verdade da realidade. Se alguém conhece essa verdade então não existe a necessidade de nenhum ensinamento. Se alguém não a conhece, mesmo que ele escute os ensinamentos, ele na verdade não os irá ouvir.
É por isso que o Buda disse, " O abençoado apenas indica o caminho ". Ele não pode realizar a prática por você, porque a verdade é algo que não pode ser colocada em palavras ou revelada.
Todos os ensinamentos são apenas metáforas e comparações, meios para ajudar a mente a ver a verdade.
Ajaan Chah
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Re: leituras(O GOSTO da LIBERDADE)
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Responder #9 em:
Junho 15, 2009, 13:53:22 pm »
Muita Paz ao Universo
O Buda viu que o prazer e a felicidade dos prazeres comuns não são duradouros. Foi por isso que ele abandonou a sua familia e amigos para viver isolado. Ele disse para si mesmo, " Eu vim só quando nasci e irei só quando morrer. Ninguém me contratou para nascer e ninguém irá me contratar para morrer, então não deve nada a ninguém. Não há ninguém a quem eu deva temer. Se em todas as minhas ações, houver alguma que seja correta do ponto de vista do mundo, mas incorreta do ponto de vista da verdade_e incorreta do ponto de vista do meu coração_não existe nada que faça com que eu queira realizá-la."
Então ele se perguntou: " Agora que nasci como um ser humano, qual é a coisa mais sublime que você deseja neste mundo?" Ele então formulou as seguintes condições para a resposta:" Ao responder você tem de ser verdadeiramente honesto e sincero com você mesmo. E uma vez que você tiver respondido, você terá de manter a sua resposta como uma lei imutável na qual você tenha afixado o seu selo, sem permitir que um segundo selo seja afixado por cima, Então o que você quer, e como você quer isso? Você tem de dar uma resposta honesta entendeu? Eu não aceitarei nada falso. E uma vez que você tiver respondido, você tem de permanecer fiel à sua resposta. Não traia a si mesmo."
Quando ele teve certeza da resposta, ele disse para si mesmo," Eu quero apenas a felicidade e o prazer mais sublimes e seguros: a felicidade que não se transformará em alguma outra coisa. Fora disso, não quero mais nada do mundo."
Uma vez dada essa resposta ele se ateve a ela firmemente. Ele não permitiu que nada que pudesse causar o minimo de dor ou distração no seu coração pudesse ali afixar-se como uma mácula. Ele manteve um esforço persistente com toda a sua força para descobrir a verdade, sem recuar, até que finalmente ele despertou para essa verdade: a realidade da libertação.
Ajaan Lee Dhammadharo
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Re: leituras(O GOSTO da LIBERDADE)
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Responder #10 em:
Junho 16, 2009, 03:36:57 am »
Olá
Convenção e Libertação:
As coisas deste mundo são apenas comvenções que nós mesmos criamos. Tendo estabelecido essas convenções, nos perdemos nelas e nos recusamos a soltar-nos delas, fazendo surgir o apego às nossas idéias e opiniões pessoais.
Esse apego nunca termina,ele é "samsara", fluindo sem ter fim. Não se acaba. Agoram se conhecermos a realidade convencional então conheceremos a Libertação. Se conhecermos claramente a Libertação, então conheceremos a convenção. Isso é conhecer o "Dhamma". Nesse caso há um fim.
Eu tenho dito com frequência, antes eramos leigos e agora somos monges. Vivíamos de acordo com as convenções dos "monges". Nós somos monges por convenção, não somos monges através da libertação. No início estabelecemos convenções como essas, mas se uma pessoa apenas se ordena, isso não significa que ela terá superado as contaminações "mentais".
Essa palavra "Libertação" é em si apenas uma convenção, mas se refere àquilo que está além das convenções. Tendo obtido a liberdade, tendo alcançado a libertação, nós ainda temos que usar a convenção de modo a nos referirmos a ela como libertação. Se não tivessemos as convenções não poderíamos nos comunicar, portanto elas têm a sua utilidade.
Ajaan Chah
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Re: leituras(O GOSTO da LIBERDADE)
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Responder #11 em:
Junho 16, 2009, 16:11:29 pm »
Olá
Aceitar, abandonar, soltar:
O Buda disse-nos que esse é o caminho da leveza. No simples ato de se apegar surge o vir a ser e o nascimento. O perigo está exatamente aí. O Buda ensinou acerca da convenção e como se desfazer da convenção da forma correta e assim alcançar a libertação. Essa é a liberdade, não se apegar a convenções. Todas as coisas neste mundo possuem uma realidade convencional. Tendo estabelecido essa realidade convencional nós não devemos nos deixar enganar por ela, porque perder-se nela realmente conduz ao sofrimento. Esse ponto relativo a regras e convenções é de suprema importância. Aquele que puder superá-lo superará o sofrimento.
Nem mesmo este corpo é realmente nosso, nós é que supomos que seja assim. É verdadeiramente apenas uma suposição. Se tentarmos encontrar um eu real, com substância dentro dele, não iremos encontrá-lo. Existem apenas elementos que nascem, permanecem por algum tempo e depois morrem.
Tudo é assim. Não existe uma real e verdadeira substância nele, mas está certo que nós o usemos. É uma ferramenta para nosso uso.
Todas essas coisas que dizemos são apenas convenções, somos nós que as estabelecemos. Se entendermos essas coisas com sabedoria então entendemos a impermanência, o insatisfatório e o não-eu. Esse é o entendimento que conduz à iluminação.
Ajaan Chah
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Re: leituras(IMITAÇÃO de CRISTO)
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Responder #12 em:
Junho 18, 2009, 08:53:23 am »
Paz ao Mundo
Bem aventurado aquele a quem a verdade por si mesma ensina, não por figuras e vozes que passam, mas como em si é.
Nossa opinião e nossos juízos muitas vezes nos enganam e pouco alcançam.
De que serve a sutil especulação sobre questões misteriosas e obscuras, de cuja ignorância não seremos julgados?
Grande loucura é descurarmos as coisas úteis e necessárias, entregando-nos, com avidez às curiosas e nocivas.
Temos olhos para não ver.
(SI 113,13)
É verdadeiramente sábio aquele que faz a vontade de Deus e renuncia à própria vontade.
IMITAÇÃO de CRISTO
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Re: leituras ( A forma humana)
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Responder #13 em:
Junho 19, 2009, 02:19:47 am »
Paz ao Universo
Os guerreiros viajantes, é um tema xamã,no qual eu me tenho inspirado para viver há três décadas, mas extremamente difícil de colocar em palavras, e ainda mais de entender sem o praticar. Por tratar do abstrato,torna-se necessário uma nova sintaxe, não linear, do cosmos, do universo, do infinito.
"A forma humana"
"Mas o facto que é de mais alta importância não é saber que você sempre percebeu a energia diretamente, ou sua viagem a partir do silêncio interior, mas sim, para ser mais preciso, algo composto de duas partes. A primeira foi que você experimentou o que os xamãs do México antigo chamavam de visão clara, ou a perda da forma humana: o tempo em que a mesquinhez humana desaparece, como se fora uma mancha de névoa que pairava sobre nossas cabeças, uma névoa que vagarosamente torna-se clara e dissipa-se. Mas sob nenhuma circunstância você deve acreditar que trata-se de um caso encerrado. O mundo dos xamãs não é um mundo imutável como o mundo do dia-a-dia, onde diz-se quando uma meta é atingida, você permanece um vitorioso para toda a vida. No mundo dos xamãs, atingir um objetivo significa que você adquiriu mais um instrumento eficiente para continuar a luta, que por sinal, nunca termina.
"A segunda parte de tal facto duplo é que você experimenta a questão mais enlouquecedora para os corações dos seres humanos. Você exprimiu-a você mesmo ao se perguntar:"Ccomo no mundo pode ser possível que eu não soubesse que percebia o fluir da energia durante toda minha vida? O que impediu-me de ter acesso a tal faceta do meu ser?"
O Lado Ativo do Infinito
CARLOS CASTANEDA
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Re: leituras ( A forma humana)
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Responder #14 em:
Junho 21, 2009, 14:42:15 pm »
Olá a todo mundo
O nosso Ser:
É um conglomerado de campos de energia, a imagem no espelho do conglomerado de campos de energia que compõem o corpo físico quando ele é visto como energia que flui no universo. É menor, mais compacto, e de aparência mais pesada que a esfera luminosa do corpo físico.
O corpo e o corpo de energia são dois conglomerados de campos de energia mantidos juntos por alguma estranha força aglutinadora. A força que mantém juntos aqueles grupos de campos de energia são, de acordo com os xamãs do México antigo, a força mais misteriosa do universo; em sua avaliação pessoal, era a pura essência do cosmos inteiro, a soma total de tudo que existe.
Por meio da disciplina é possível para qualquer um aproximar o corpo de energia do corpo físico. Normalmente a distância entre os dois é enorme. O corpo de energia está dentro de uma certa gama, que varia individualmente para cada pessoa, qualquer um pode, através da disciplina, forjá-lo como a réplica exata do corpo físico_ ou seja, uma entidade sólida e tridimensional. Daí surge a idéia dos xamãs do outro ou o duplo.
Pelo mesmo princípio, através dos mesmos processos de disciplina, qualquer um pode forjar seu corpo físico sólido e tridimensional para ser uma réplica perfeita do corpo de energia_ ou seja, uma carga etérea de energia invisível ao olho humano, como é toda a energia .
O Lado Ativo do Infinito
CARLOS CASTANEDA
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