Autor Tópico: Dia 12-06-2009 - o livro "Auxiliares Invisiveis", e outras confusões internas  (Lida 3324 vezes)

Offline Onurb

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Olá amigos, dei por mim na Segunda-feira a pesquisar livros online para mim e para os mais chegados (e agora para vós), de entre todos, apenas imprimi um "Auxiliares Invisíveis - C.W.Leadbeater".

Agora percebo o porquê da impressão desse e não de outros. Ajuda-me a compreender certas coisas que me acontecem, aumenta-me a fé naquilo que acredito, nas experiências oferecidas. Emocionei-me com um e outro relato ainda não os consigo controlar, é a chamada pena de mim mesmo, se é que assim se pode dizer.

Dou por mim com lutas de consciência..., mas sempre que afasto esses pensamentos uma a duas semanas, volto a cair neles.

Dei por mim a pensar, "ao escreveres isso o que ajuda os outros?", penso que sinceramente nada, além do facto de vos aguçar a ideia de lerem também mais esse livro, que se revelará na sua maneira especifica a cada um.

Quando li os primeiros capítulos do livro de Franz Bardon, no qual ele diz para efectuarmos uma lista das coisas que boas e más, para podermos trabalhar sobre elas, uma que é má tem bloqueado toda a minha a atenção, tendo a sensação que tapa mais umas quantas, o que me revolta. Em relação às boas... tenho ideia se eu escrevesse uma, automaticamente abria mais uma ou outra má. E que boas poderiam ser!!! Se o ideal seria ser-se vazio.

Bem vou voltar a ler o resto, já me perdi nas minhas ideias..., já basta um confuso

A PAZ esteja convoco

Offline kunti

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Este livro,  AUXILIARES INVISÍVEIS, começa muito suavemente, vai
progredindo lentamente, e a cerca de dois terços, já quase no fim,
dispara num grau de elevação e exigência quanto ao nosso futuro,
que é muito interessante.

Temos futuro, e com muitas realizações, entre elas a REALIZAÇÃO.

Gostei muito de ler, em especial, a descrição do "trabalho" de MAYA, que
conhecia de uma outra forma.
Uma "forma" parecida com os "guardas de fronteira", ( lipitakas ? ),
cuja função é não deixar passar os "não autorizados", a fim de não
perturbar os que já conseguiram estados de paz.
(Não se pode ensinar Yoga, a quem aínda não pacificou a sua mente)
Só depois se "entra" na sala de aprendizagem.
É uma das provas de acesso.
Mas com a evolução, vamos sendo conhecidos pelos "guardas", vão deixando de
"pedir as credenciais", passam a cumprimentar-nos com um sorriso, e,
passado algum tempo, já lá nem estão, pois dexou de haver "fronteira".
Passa a ser simples !!!

Algumas descrições já conhecia, por outros autores, e pelas vivencias que
a VIDA (a Divina Providencia, a tal mão invisível que tudo conduz) nos proporciona.
Parece que o Templo, é lá mais adiante, aínda estamos a caminho.
Mas, em parte, já estamos no Caminho.

Um pequeno passo, na tomada de consciência.
Vale a «pena» ler !!!
Bom livro !!!

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Namasté

                          Kunti