Autor Tópico: Poema Espontâneo  (Lida 3021 vezes)

Offline Susana

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Poema Espontâneo
« em: Maio 25, 2008, 22:02:50 pm »
Para um amigo.
O C.

Assim como Imhotep,
ao deslocar-se numa comitiva de saúde pública,
sob as ordens do faraó,
ficou chocado com as crianças cegas
pela areia do deserto,
que reflectia a luz solar.

Também eu desejo,
dedicar todo o meu tempo e vida
ao estudo da mente,
para que a luz passe sem ferir.

Amo os meus pais.
Amo os meus amigos.
Amo os pais do C.
Amo o C.

Eu creio em Deus.
Espero conseguir,
se essa for a sua Vontade.
Amo a Lei da Dualidade,
motor da vida.

Peço perdão pelos que
não crêem, não esperam e não amam.

Offline Cascais

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Re: Poema Espontâneo
« Responder #1 em: Maio 25, 2008, 23:23:47 pm »
Meus Irmãos
Eu vos saúdo

Faço votos para que todos os presentes sejam inspirados pelo Brahma dos hindus, pelo Ahura Magda dos Zoroastristas, pelo Buda dos Budistas, pelo Jeová dos Judeus, pelo Pai Celestial dos Cristãos...
O Cristão não precisa tornar-se Hinduista nem Budista. Nem o Hinduista ou o Budista, Cristão. Mas cada um deve assimilar o espírito dos outros, sem deixar de manter o seu individualismo e de crescer segundo as suas leis próprias...

Abraço Fraterno


Cascais
« Última modificação: Maio 26, 2008, 17:35:39 pm por Cascais »

Offline Cascais

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Re: Poema Espontâneo
« Responder #2 em: Junho 08, 2008, 23:28:01 pm »
Amigos

Mil vezes podem clamar os indignos, mil vezes podem apresentar-se, mas Deus ordenou que os nossos ouvidos não escutassem nenhum deles e fez-nos compreender,com as suas nuvens, que sobre nós, seus servos, nenhuma violência pode ser exercida; pelo que já não somos vistos por olhos humanos, a menos que tenham recebido a força que é conferida pela águia.

Tudo isto recorda uma outra citação do Apocalipse a respeito da « mulher vestida de raios solares, que fugiu para o deserto»: « E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, para o seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente». Esta passagem, a par da citação do Confessio, refere-se claramente à libertação da alma do corpo (a serpente), gozando essa libertação de total protecção contra qualquer dano.



um abraço

CASCAIS