Olá a todos,
No sábado passado foi efectuada mais uma reunião, começamos por ouvir um mantra, e cada um abriu o seu coração para receber iluminação. Foi lida a invocação universal e entrou-se em “silêncio”, meditando abrindo seu coração a nosso mestre Jesus, por sua vez ao PAI.
De seguida cada membro do grupo sentou-se no centro da sala e recebeu passes magnéticos.
Como despedida aos presentes ouvimos o mantra Om Namo Bhagavate Vasudevaya .
Cada um teve as suas experiencias, aqui fica a minha.
Sempre que relaxo neste ambiente a primeira sensação (vamos chamar assim, pois como se pode descrever em palavras uma “sensação”, um “estado energético”, uma “frequência”, cada um tem que sentir por si, em seu coração) é receber Jesus, ou melhor é ele que me recebe, ele e outros irmãos, os quais não consigo ver suas faces, mas estão presentes; Normalmente é um lugar com um fogo no centro onde todos se sentam à volta, fico assim por momentos, sentado na minha pedra à volta do fogo, muitas vezes envio o pensamento mais acima daquele estado e digo “PAI faz com que seja melhor…” entre outra frases que surgem, e volto à pedra, e muita vezes à sala onde estamos.
Quando foi a minha vez de experimentar dar passes, pensei, “Eu! Dar passes! Não o sei fazer!”. Salvo erro até o afirmei em voz a quem me encaminhou ao centro da sala. Uma vez ali, e sem saber o que fazer, orei ao PAI com a oração que Jesus ensinou “PAI nosso que estais…”, disse para o alto que não sabia fazer tal coisa, e como tal apenas poderia ser um mero instrumento do PAI e que se assim fosse sua vontade eu o seria, apenas um condutor da sua luz infinita, seu amor; levantei as mãos sobre a cabeça do irmão que estava sentado, e voltei a orar, imaginei-me como um tubo que ligava aquele irmão ao universo, imaginei-me vazio por dentro. Repeti vezes sem conta que era um instrumento do PAI;
Senti um calor nas mãos e umas picadinhas em dois dedos da mão direita, tive a sensação de estar com Jesus, e mais dois irmãos baixinhos de cor azul-bebé muito luminosos, que faziam algo, não sei descrever (mas aqui pode ser a minha mente inventora a funcionar); não sei como achei que o trabalho tinha terminado, apenas os braços voltaram à posição paralela ao corpo por si;
Quando foi a minha vez, orei novamente em silencio ao PAI, acendi a minha chama como costumo dizer “Em chamas” e deixei-me ficar;
Na despedida ao ouvir o mantra, caíram-me lágrimas dos olhos, vi Jesus e seus dois amiguinhos azulinhos a irem com ele, o mestre olhou para trás e sorriu.
Esta foi a minha experiencia.
A PAZ esteja convosco