Olá amigos,
No Sábado passado fiz mais uma regressão (fica por contar a minha regressão em que fui Conde em França, na época e Luis XI).
Para algumas pessoas as condições não eram as melhores, as crianças a brincar, várias pessoas por perto. Mas, a meu ver sejam quais forem as condições, dá sempre para olhar para dentro, ou sair por esse espaço fora. Penso que o facto de ler os livros do Ramacharaca e de outros queridos irmãos em pleno autocarro, em que várias pessoas falam ao mesmo tempo, o rádio a tocar música rock, a dar notícias, os telefones que tocam, os carros que passam, os solavancos dos amortecedores, etc… todo um conjunto de factores que nos prendem ao corpo, me ajudou imenso (e vou continuar a fazê-lo), acho que o truque por assim dizer está na vontade de ir mais, de querer ver mais, sentir mais independentemente das condições em que nos encontramos, gostaria imenso de um dia ser natural para mim estar consciente da minha presença encarnada, ter as minhas responsabilidades como encarnado e ao mesmo tempo ter uma consciência alargada, que me permitiria ver com os outros 6 sentidos do plano astral e todos os outros, aqui entra mais uns quantos factores que ainda ando a pensar neles… bem vamos à regressão!
Ora bem, desta vez o inicio não foi diferente das outras vezes, vem sempre o “Oh desta vez isto não dá em nada!” ou algo parecido. Mas queria tanto ver mais! Quem fui, o que fiz, porquê ver o passado? A Vontade cresce de tal forma que começamos mesmo a relaxar, a terapeuta começa a falar:
Terapeuta: Vamos então começar a respirar profundamente, é a respiração que nós conhecemos, com ela vamos entrar num estado de calma, sabemos onde estamos, ouvimos os sons a nós conhecidos….
A mente continua a dizer isto hoje não dá, não dá… não dá… O melhor é deixa-la falar, está a fazer o trabalho dela, mas a mente é a mente, e eu sou, Eu!
Vejo num flash prateleiras com muitos livros… não dou importância e fico à espera da voz da Terapeuta.
Terapeuta: Vamos imaginar um portão… quando eu dizer 3, vamos ver um portão seu conhecido e tem a chave pode entrar…
Não foi necessário contar, pois surge um portão de ferro à minha frente, o portão estilo grade, arredondado em cima, tipo meia lua, estava seguro a um murro todo feito de pedra sem qualquer tipo de massa, tinha do lado esquerdo um arbusto verdinho. Ao entrar encontrei umas ruínas, duas colunas caneladas, tipo bocados de rodas dentadas umas sobre as outras, sustentavam uma viga em forma triangular toda ela trabalhada, bonita, em redor muitas colunas deitadas no chão, umas partidas, em muitas faltavam bocados.
O mais estranho, não sentia aquela cena como sendo minha, apenas visitava, tinha vestido algo branco e umas sandálias estilo grego antigo. Não tinha qualquer sentimento em relação ao local, era apenas um local como muitos outros locais.
Terapeuta: Vamos então andar um pouco…
Descia uma colina, estava completamente plantada, pronta para a colheita, um moinho de vento ao longe, parado, aguardava o seu trabalho, mais abaixo uma baia em forma de lua quarto crescente, linda, a água azul tipo Safira Australiana. Surge uma caravela de 3 mastros com as velas içadas e como veio se foi. Senti uma enorme vontade de voar, o céu estava azul sem nuvens, no horizonte onde a água toca o céu não existe a linha divisória, é tudo um só…
Terapeuta: Mas acha que consegue voar? Está vivo ou morto?
Sim claro que consigo voar, não, não consigo, quer dizer consigo, mas não… quer dizer…, já não me apetece… é! Quer dizer, podia usar a máquina de Leonard, a queda lá em baixo na colina seria engraçada. Vivo ou morto… vivo, não somos sempre vida… estaremos sempre vivos…, vivo, vivo, queres voar? Sim, não, sim, não…. O que queres?


?
Terapeuta: Vamos então para um outro local à sua escolha!
Estou num arquivo, tem prateleiras sem fim, nele se encontram todas as vidas humanas, todos os detalhes de todas as experiências encarnadas, boas e más. Se eu avançar 2000 livros na prateleira surgem outros 2000, olhando para cima tenho outras 2000 prateleiras e em baixo, e ao lado. Trabalham aqui seres que é difícil descrever, são como vapor, não posso dizer que sejam seres de luz, mas têm a sua preciosidade tal como todos nós, e estão felizes por ali estar, são simpáticos.
Terapeuta: Que mais existe nesse arquivo?
Não sei!
Terapeuta: Pergunte a quem está junto a si!
Olhei para aquela cara simpática que ali estava como bibliotecário, e surge então um livro à minha frente, ao abrir… uauuu um livro com esquemas de máquinas, criações antigas e futuras. Existem prateleiras com muitas máquinas, esquemas de máquinas sem fim, coisas conhecidas como a primeira máquina a vapor que surge também nos livros de história, e máquinas completamente desconhecidas. Estou na biblioteca do universo…
Terapeuta: Temos mais algum lugar para ir?
Respondi que não! Processo de retorno, e cá estamos. Foi tudo muito rápido… talvez fosse a falta de tempo ou não disposição das pessoas.
Tudo de bom para todos.
Om Mani Padme Hum